
Leitura diária na versão Novo testamento Versão Palavra Viva/Velho testamento Bíblia Viva - Português
E O SENHOR TAMBÉM disse a Moisés:
"Dê a seguinte ordem ao povo: Quando o povo entrar na terra de Canaã, terão direito a toda a terra, de acordo com os seguintes limites:
A parte sul será de vocês, desde o deserto de Zim até a fronteira de Edom. A fronteira da parte sul começará no lado leste do Mar Morto
e irá até o Mar Mediterrâneo, passando pela subida de Acrabim, Zim, Cades-Barnéia, que será o ponto mais ao sul, Hazar-Adar, Azmom, e riacho do Egito.
"A fronteira do lado oeste de vocês será o Mar Mediterrâneo.
"A fronteira do lado norte começará no Mar Mediterrâneo e irá até Hazar-Enã, passando pelo monte Hor, entrada de Hamate, Zedade e Zifrom.
"A fronteira do lado leste começará em Hazar-Enã e irá até o Mar Morto, e passará por Sefã, Ribla, o lado leste de Aim, o lado leste do Mar da Galiléia e pelo rio Jordão."
Moisés disse ao povo o seguinte: "Este é o território que o Senhor mandou distribuir por sorteio às nove tribos e meia.
São nove tribos e meia porque as tribos de Ruben e de Gade, e meia tribo de Manassés, já receberam a sua parte
do lado de cá do rio Jordão, isto é, do lado leste do rio, do outro lado de Jericó. "
E o Senhor também disse a Moisés:
"As pessoas responsáveis para dividir a terra entre as tribos serão: o sacerdote Eleazar, Josué, filho de Num
e um líder de cada tribo.
Os líderes então serão: Tribo e Líder. Judá, Calebe, filho de Jefoné; Samuel, filho de Amiúde; Benjamim, Elidade, filho de Quislom; Dã, Buqui, filho de Jogli, Manassés, Haniel, filho de Éfode; Efraim, Quemuel, filho de Siftã; Zebulom, Elizafã, filho de Parna; Issacar, Paltiel, filho de Azã; Aser, Aiúde, filho de Selomi; Naftali, Pedael, Amiúde.
O Senhor mandou que estas pessoas repartissem a terra de Canaã entre as tribos de filho de Israel.
E O SENHOR DISSE a Moisés, nas campinas de Moabe, junto do rio Jordão, do outro lado de Jericó:
"Diga ao povo que das cidades que receber, deve dar algumas aos levitas para eles morarem. Também devem dar algum campo em volta das cidades para os animais dos levitas.
Eles morarão nessas cidades, e os animais deles ficarão no campo em volta das cidades.
Os limites das cidades dos levitas se estenderão por 460 metros para cada um dos lados dessas cidades
por isso haverá 920 metros entre os limites, ficando a cidade no centro.
"Vocês darão quarenta e oito cidades aos levitas. Seis delas serão Cidades de Refúgio para onde irão aqueles que matarem alguém.
Vocês devem então dar quarenta e oito cidades aos levitas, junto com o campo em volta.
Estas cidades estarão em vários lugares do país. E as tribos que tiverem muitas cidades, darão mais cidades aos levitas do que aquelas que tiverem poucas."
E o Senhor disse a Moisés:
"Diga ao povo, que quando atravessar o rio Jordão, indo para a terra de Canaã
deve escolher quais serão as Cidades de Refúgio, para onde irá a pessoa que matar alguém sem querer.
Estas cidades servirão para proteger a pessoa que matou alguém sem querer dos parentes do morto que quiserem se vingar, até que o povo julgue se o assassino é culpado.
As Cidades de Refúgio serão seis,
sendo que três ficarão do lado de cá do rio Jordão e três na terra de Canaã.
Estas cidades servirão para proteger os israelitas, os estrangeiros que morarem entre o povo, e os estrangeiros que estiverem de viagem pelo país e matarem alguém sem querer.
"Mas se alguém bater nalguma pessoa com um pedaço de ferro e esta pessoa morrer, é com certeza um assassino, e o assassino morrerá.
Ou se bater em alguma pessoa com alguma pedra e a pessoa morrer, é com certeza um assassino, e o assassino morrerá.
Ou então se bater em alguma pessoa com um pedaço de pau, é com certeza um assassino, e o assassino morrerá.
O vingador do morto matará o assassino quando encontrar essa pessoa.
E se alguém empurrar uma pessoa com ódio, jogar alguma coisa contra essa pessoa com más intenções ou ainda matar a pessoa com as próprias mãos, essa pessoa é assassina, e o vingador do morto matará o assassino quando encontrar essa pessoa.
"Mas se empurrar a pessoa sem ódio, jogar alguma coisa contra ela sem más intenções
ou ainda deixar cair sem querer alguma pedra sobre ela, e a pessoa morrer, isso é um acidente, pois não houve ódio, nem intenção de fazer o mal.
Então o povo julgará entre o matador e o vingador do morto, de acordo com estas leis
e livrará o assassino do vingador, deixando o assassino continuar na Cidade de Refúgio até que morra o sumo sacerdote.
"Mas se o matador sair por alguma razão dos limites da Cidade de Refúgio
e o vingador se encontrar com ele fora da cidade, então pode matar o assassino, e o vingador não será culpado
porque o matador deve ficar na Cidade de Refúgio até a morte do sumo sacerdote. Mas depois da morte do sumo sacerdote, o matador voltará para sua casa.
Estas leis são permanentes para todo o povo de Israel.
"Todos os assassinos devem morrer, mas apenas se houver mais de uma testemunha. Nenhuma pessoa pode morrer se houver apenas uma testemunha contra ela.
Vocês não devem aceitar dinheiro para proteger a vida da pessoa que é culpada da morte de alguém, pois essa pessoa deve morrer.
Também não devem aceitar dinheiro daquele que mora na Cidade de Refúgio para voltar à sua casa antes da morte do sumo sacerdote.
Se vocês agirem de acordo com a lei, não amaldiçoarão a terra, porque o assassínio amaldiçoa a terra, e a única coisa que pode pagar o assassínio de alguém é a morte do culpado.
Por isso, vocês não devem contaminar a terra onde vocês e Eu, o Senhor, habitamos."
ENTÃO VIERAM OS líderes da família de Gileade, filho de Maquir, neto de Manassés e bisneto de José, e fizeram o seguinte pedido a Moisés e aos líderes das tribos:
"O Senhor disse para você dividir esta terra entre o povo de Israel por meio de um sorteio, e para dar a parte de nosso irmão Zelofeade às filhas dele.
Mas se elas se casarem com pessoas de outras tribos, as propriedades delas deixarão de pertencer à nossa tribo, e serão da tribo dos maridos. E desse modo a nossa parte que recebemos por sorteio diminuirá
e não voltará para nós no ano do Jubileu."
Então Moisés disse ao povo qual era a vontade do Senhor sobre isso: "Os homens da tribo de José estão certos,
e por isso o Senhor quer que as filhas de Zelofeade se casem com qualquer pessoa que quiserem, mas que seja da mesma tribo.
Desse modo as propriedades das tribos não ficarão passando de uma tribo para outra, porque as propriedades das tribos devem permanecer sempre as mesmas.
Por isso, as moças que possuírem alguma propriedade, só podem se casar com alguém da própria tribo, para que a tribo não fique com menos terra.
Então as propriedades não ficarão passando de uma tribo para outra."
E Maalá, Tirza, Hogla, Milca e Noa, filhas de Zelofeade, obedeceram à ordem que o Senhor deu a Moisés, e se casaram com primos por parte de pai
isto é, casaram com homens da tribo de Manassés, filho de José, e então as suas propriedades permaneceram na tribo delas.
Estes são os mandamentos e as ordens que o Senhor ordenou ao povo através de Moisés nas campinas de Moabe, ao lado do rio Jordão e do outro lado de Jericó.
Depois disso, Paulo saiu de Atenas e foi para a cidade de Corinto.
Ali, conheceu um judeu chamado Áquila, nascido na província do Ponto, que tinha chegado a pouco tempo da Itália com Priscila, sua esposa. Eles tinham saído de lá porque o imperador Cláudio tinha mandado que todos os judeus saíssem de Roma. E Paulo foi visitá-los,
e já que a profissão de Paulo e a deles era a mesma, ele acabou ficando ali, morando e trabalhando com eles, pois eles eram fazedores de tendas.
E todos os sábados ele discutia na sinagoga, tentando convencer os judeus e os que não são judeus.
Depois que Silas e Timóteo chegaram da província da Macedônia, Paulo dedicou-se totalmente à pregação da palavra, testificando aos judeus que Jesus era o Cristo.
Mas, quando os judeus ficaram contra Paulo e o insultaram, ele sacudiu o pó das suas roupas e disse a eles: “O sangue de vocês seja sobre sua própria cabeça! Eu sou inocente. De agora em diante vou pregar aos que não são judeus”.
Então ele saiu de lá e foi para a casa de um homem chamado Tício Justo, um não judeu que adorava a Deus. A casa dele ficava ao lado da sinagoga.
Crispo, que era o chefe da sinagoga, creu no Senhor Jesus, junto com todas as pessoas da sua casa. E muitas pessoas de Corinto, ouvindo Paulo, creram e foram batizadas.
Certa noite, o Senhor falou a Paulo numa visão: “Não tenha medo, continue falando e não se cale,
porque eu estou com você, e ninguém te atacará para te ferir, pois tenho muitas pessoas nesta cidade”.
E Paulo ficou ali um ano e meio, ensinando a palavra de Deus entre eles.
Mas, quando Gálio se tornou governador da província da Acaia, os judeus se uniram e se levantaram contra Paulo e o levaram ao tribunal,
dizendo: “Este homem está convencendo pessoas a adorar a Deus de um modo que é contra a lei”.
Mas quando Paulo estava para abrir a boca e falar, Gálio disse aos judeus: “Judeus, se isso fosse uma injustiça ou um grande crime, eu teria razão de ouvir sua queixa.
Mas, desde que é só uma questão de palavras, de nomes e da sua própria lei, resolvam vocês mesmos. Poi eu não quero ser juiz dessas coisas”.
E ele os expulsou do tribunal.
Então todos agarraram Sóstenes, o chefe da sinagoga, e o espancaram em frente ao tribunal. Mas nenhuma dessas coisas incomodava Gálio.
Paulo ficou muitos dias em Corinto. Depois ele se despediu dos irmãos, e acompanhado por Priscila e Áquila, foi a Cencreia, onde raspou a cabeça como sinal de que havia cumprido uma promessa que tinha feito a Deus. Depois eles embarcaram num navio para a província da Síria.
Eles chegaram à cidade de Éfeso, onde Paulo deixou Priscila e Áquila. Mas ele mesmo entrou na sinagoga e discutia com os judeus.
Quando eles pediram que ficasse mais tempo, ele recusou.
Mas se despedindo deles, disse: “Eu voltarei, se Deus quiser”. E Paulo embarcou e partiu de Éfeso.
Quando desembarcou em Cesareia, ele subiu a Jerusalém para visitar a igreja de lá, e depois desceu para Antioquia da Síria.
Depois de ficar algum tempo em Antioquia, ele foi embora e passou pela região da Galácia e da Frígia, indo de um lugar para outro, fortalecendo todos os discípulos.