Também estabeleci regras para as provisões de lenha, determinando as datas certas para serem trazidas, e para os primeiros frutos. Em tua bondade, lembra-te de mim, ó meu Deus. Neemias 13.31
Leitura diária na versão Nova Versão Internacional - Portugués


Levítico 13
Levítico 14
Atos 4.1-31

Levítico 13


1
Disse o Senhor a Moisés e a Arão:
2
Quando alguém tiver um inchaço, uma erupção ou uma mancha brilhante na pele que possa ser sinal de lepra[19], será levado ao sacerdote Arão ou a um dos seus filhos[20] que seja sacerdo­te.
3
Este examinará a parte afetada da pele, e, se naquela parte o pêlo tiver se tornado branco e o lugar parecer mais profundo do que a pele, é sinal de lepra. Depois de examiná-lo, o sacerdo­te o declarará impuro.
4
Se a mancha na pele for branca, mas não parecer mais profunda do que a pele e sobre ela o pêlo não tiver se tornado branco, o sacerdote o porá em isolamento por sete dias.
5
No sétimo dia o sacerdote o examinará e, se verificar que a parte afetada não se alterou nem se espalhou pela pele, o manterá em isolamento por mais sete dias.
6
Ao sétimo dia o sacerdote o examinará de novo e, se a parte afetada diminuiu e não se espalhou pela pele, o sacerdote o declarará puro; é apenas uma erupção. Então ele lavará as suas roupas, e estará puro.
7
Mas, se depois que se apresentou ao sacerdote para ser declarado puro a erupção se espalhar pela pele, ele terá que se apresentar novamente ao sacerdote.
8
O sacerdote o examinará e, se a erupção espalhou-se pela pele, ele o declarará impuro; trata-se de lepra.
9
Quando alguém apresentar sinal de lepra, será levado ao sacerdote.
10
Este o examinará e, se houver inchaço branco na pele, o qual tornou branco o pêlo, e se houver carne viva no inchaço,
11
é lepra crônica na pele, e o sacerdote o declarará impuro. Não o porá em isolamento, porquanto já está impuro.
12
Se a doença se alastrar e cobrir toda a pele da pessoa infectada, da cabeça aos pés, até onde é possível ao sacerdote verificar,
13
este a examinará e, se observar que a lepra cobriu todo o corpo, ele a declarará pura. Visto que tudo ficou branco, ela está pura.
14
Mas quando nela aparecer carne viva, ficará impura.
15
Quando o sacerdote vir a carne viva, ele a declarará impura. A carne viva é impura; trata-se de lepra.
16
Se a carne viva retroceder e a pele se tornar branca, a pessoa voltará ao sa­cerdote.
17
Es­te a examinará e, se a parte afetada se tornou branca, o sacerdote declarará pura a pessoa infectada, a qual então estará pura.
18
Quando alguém tiver uma ferida purulenta em sua pele e ela sarar,
19
e no lugar da ferida aparecer um inchaço branco ou uma mancha avermelhada, ele se apresentará ao sacerdote.
20
Este examinará o local e, se parecer mais profundo do que a pele e o pêlo ali tiver se tornado branco, o sacerdote o declarará impuro. É sinal de lepra que se alastrou onde estava a ferida.
21
Mas se, quando o sacerdote o examinar não houver nenhum pêlo branco e o lugar não estiver mais profundo do que a pele e tiver diminuído, então o sacerdote o porá em isolamento por sete dias.
22
Se de fato estiver se espalhando pela pele, o sacerdote o declarará impuro; é sinal de lepra.
23
Mas, se a mancha não tiver se alterado nem se espalhado, é apenas a cicatriz da ferida, e o sacerdote o declarará puro.
24
Quando alguém tiver uma queimadura na pele, e uma mancha avermelhada ou branca aparecer na carne viva da queimadura,
25
o sacerdote examinará a mancha e, se o pêlo sobre ela tiver se tornado branco e ela parecer mais profunda do que a pele, é lepra que surgiu na queimadura. O sacerdote o declarará impuro; é sinal de lepra na pele.
26
Mas, se o sacerdote examinar a mancha e nela não houver pêlo branco e esta não estiver mais profunda do que a pele e tiver diminuído, então o sacerdote o porá em isolamento por sete dias.
27
No sétimo dia o sacerdote o examinará e, se a mancha tiver se espalhado pela pele, o sacerdote o declarará impuro; é sinal de lepra.
28
Se, todavia, a mancha não tiver se alterado nem se espalhado pela pele, mas tiver diminuído, é um inchaço da queimadura, e o sacerdote o declarará puro; é apenas a cicatriz da queimadura.
29
Quando um homem ou uma mulher tiver uma ferida na cabeça ou no queixo,
30
o sacerdote examinará a ferida e, se ela parecer mais profunda do que a pele e o pêlo nela for amarelado e fino, o sacerdote declarará impura aquela pessoa; é sarna, isto é, lepra da cabeça ou do queixo.
31
Mas se, quando o sacerdote examinar o sinal de sarna este não parecer mais profundo do que a pele e não houver pêlo escuro nela, então o sacerdote porá a pessoa infectada em isolamento por sete dias.
32
No sétimo dia o sacerdote examinará a parte afetada e, se a sarna não tiver se espalhado e não houver pêlo amarelado nela e não parecer mais profunda do que a pele,
33
a pessoa rapará os pêlos, exceto na parte afetada, e o sacerdote a porá em isolamento por mais sete dias.
34
No sétimo dia o sacerdote examinará a sarna e, se não tiver se espalhado mais e não parecer mais profunda do que a pele, o sacerdote declarará pura a pessoa. Esta lavará suas roupas e estará pura.
35
Mas, se a sarna se espalhar pela pele depois que a pessoa for declarada pura,
36
o sacerdote a examinará e, se a sarna tiver se espalhado pela pele, o sacer­dote não precisará procurar pêlo amarelado; a pessoa está impura.
37
Se, entretanto, verificar que não houve alteração e cresceu pêlo escuro, a sarna está curada. A pessoa está pura, e o sacerdote a declarará pura.
38
Quando um homem ou uma mulher tiver manchas brancas na pele,
39
o sacerdote examinará as manchas; se forem brancas e sem brilho, é um eczema que se alastrou; essa pessoa está pura.
40
Quando os cabelos de um homem caírem, ele está calvo, todavia puro.
41
Se lhe caírem os cabelos da frente da cabeça, ele está meio-calvo, porém puro.
42
Mas, se tiver uma ferida avermelhada na parte calva da frente ou de trás da cabeça, é lepra que se alastra pela calva da frente ou de trás da cabeça.
43
O sacerdote o examinará e, se a ferida inchada na parte da frente ou de trás da calva for avermelhada como a lepra de pele,
44
o homem está leproso e impuro. O sacerdote terá que declará-lo impuro devido à ferida na cabeça.
45
Quem ficar leproso, apresentando quaisquer desses sintomas, usará roupas rasgadas, andará descabelado, cobrirá a parte inferior do rosto e gritará: "Impuro! Impuro!"
46
Enquan­to tiver a doença, estará impuro. Viverá separado, fora do acampamento.
47
Quando aparecer mancha de mofo[21] em alguma roupa, seja de lã, seja de li­nho,
48
ou em qualquer peça tecida ou entrelaçada de linho ou de lã, ou em algum pedaço ou objeto de couro,
49
se a mancha na roupa, ou no pedaço de couro, ou na peça tecida ou entrela­çada, ou em qualquer objeto de couro, for esverdeada ou avermelhada, é mancha de mofo que deverá ser mostrada ao sacerdote.
50
O sacerdote examinará a mancha e isolará o objeto afetado por sete dias.
51
No sétimo dia examinará a mancha e, se ela tiver se espalhado pela roupa, ou pela peça tecida ou entrelaçada, ou pelo pedaço de couro, qualquer que seja o seu uso, é mofo corrosivo; o objeto está impuro.
52
Ele queimará a roupa, ou a peça tecida ou entrelaçada, ou qualquer objeto de couro que tiver a mancha, pois é mofo corrosivo; o objeto será queimado.
53
Mas se, quando o sacerdote o examinar, a mancha não tiver se espalhado pela roupa, ou pela peça tecida ou entrelaçada, ou pelo objeto de couro,
54
ordenará que o objeto afetado seja lavado. Então ele o isolará por mais sete dias.
55
Depois de lavado o objeto afetado, o sacerdote o examinará e, se a mancha não tiver alterado sua cor, ainda que não tenha se espalhado, o objeto estará impuro. Queime-o com fogo, quer o mofo corrosivo tenha afetado um lado, quer o outro do objeto.
56
Se, quando o sacerdote o examinar, a mancha tiver diminuído depois de lavado o objeto, ele cortará a parte afetada da roupa, ou do pedaço de couro, ou da peça tecida ou entrelaçada.
57
Mas, se a mancha ainda aparecer na roupa, ou na peça tecida ou entrelaçada, ou no objeto de couro, é mofo que se alastra, e tudo o que tiver o mofo será queimado com fogo.
58
Mas se, depois de lavada, a mancha desaparecer da roupa, ou da peça tecida ou entrelaçada, ou do objeto de couro, o objeto afetado será lavado de novo, e então estará puro.
59
Essa é a regulamentação acerca da mancha de mofo nas roupas de lã ou de linho, nas peças tecidas ou entrelaçadas, ou nos objetos de couro, para que sejam declarados puros ou impuros.

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Levítico 14


1
Disse também o Senhor a Moisés:
2
Esta é a regulamentação acerca da purificação de um leproso: Ele será levado ao sacerdote,
3
que sairá do acampamento e o examinará. Se a pessoa foi curada da lepra[22],
4
o sacerdote ordenará que duas aves puras, vivas, um pedaço de madeira de cedro, um pano vermelho e um ramo de hissopo sejam trazidos em favor daquele que será purificado.
5
Então o sacerdote ordenará que uma das aves seja morta numa vasilha de barro com água da fonte.
6
Então pegará a ave viva e a molhará, com o pedaço de madeira de cedro, com o pano vermelho e com o ramo de hissopo, no sangue da ave morta em água corrente.
7
Sete vezes ele aspergirá aquele que está sendo purificado da lepra e o declarará puro. Depois soltará a ave viva em campo aberto.
8
Aquele que estiver sendo purificado lavará as suas roupas, rapará todos os seus pêlos e se banhará com água; e assim estará puro. Depois disso poderá entrar no acampamento, mas ficará fora da sua tenda por sete dias.
9
No sétimo dia rapará todos os seus pêlos: o cabelo, a barba, as sobrancelhas e o restante dos pêlos. Lavará suas roupas e banhará o corpo com água; então ficará puro.
10
No oitavo dia pegará dois cordeiros sem defeito e uma cordeira de um ano sem defeito, juntamente com três jarros[23] da melhor farinha amassada com óleo, como oferta de cereal, e uma caneca[24] de óleo.
11
O sacerdote que faz a purificação apresentará ao Senhor, à en­trada da Tenda do Encontro, tanto aquele que estiver para ser purificado como as suas ofertas.
12
Então o sacerdote pegará um dos cordeiros e o sacrificará como oferta pela culpa, juntamente com a caneca de óleo; ele os moverá perante o Senhor como gesto ritual de apresentação e
13
matará o cordeiro no Lugar Santo, onde são sacrificados a oferta pelo pecado e o holocausto. Como se dá com a oferta pelo pecado, também a oferta pela culpa pertence ao sacerdote; é santíssima.
14
O sacerdote porá um pouco do sangue da oferta pela culpa na ponta da orelha direita daquele que será purificado, no polegar da sua mão direita e no polegar do seu pé direito.
15
Então o sacerdote pegará um pouco de óleo da caneca e o derramará na palma da sua própria mão esquerda,
16
molhará o dedo direito no óleo que está na palma da mão es­querda, e com o dedo o aspergirá sete vezes perante o Senhor.
17
O sacerdote ainda porá um pouco do óleo restante na palma da sua mão, na ponta da orelha direita daquele que está sendo purificado, no polegar da sua mão direita e no polegar do seu pé direito, em cima do sangue da oferta pela culpa.
18
O óleo que restar na palma da sua mão, o sacerdote derramará sobre a ca­beça daquele que está sendo purificado e fará propiciação por ele perante o Senhor.
19
Então o sacerdote sacrificará a oferta pelo pecado e fará propiciação em favor daquele que está sendo purificado da sua impureza. Depois disso, o sacerdote matará o animal do holocausto
20
e o oferecerá sobre o altar, junta­mente com a ofer­ta de cereal; e assim fará propiciação pelo ofertante, o qual estará puro.
21
Se, todavia, for alguém pobre, sem recursos para isso, pegará um cordeiro como oferta pela culpa, para ser movido e para fazer propiciação por ele, juntamente com um jarro da melhor farinha, amassada com óleo, como oferta de cereal, uma caneca de óleo
22
e duas rolinhas ou dois pombinhos, conforme os seus recursos, um como oferta pelo pecado e o outro como holocausto.
23
No oitavo dia ele os trará ao sacerdote, para a sua purificação, à entrada da Tenda do Encontro, perante o Senhor.
24
O sacerdote pegará o cordeiro da oferta pela culpa, com uma caneca de óleo, e os moverá perante o Senhor como gesto ritual de apresentação.
25
Matará o cordeiro da oferta pela culpa e pegará um pouco do sangue e o porá na ponta da orelha direita daquele que está sendo purificado, no polegar da sua mão direita e no polegar do seu pé direito.
26
O sacerdote derramará um pouco do óleo na palma da sua mão esquer­da,
27
e com o dedo indicador direito aspergirá um pouco do óleo da palma da sua mão esquerda sete vezes perante o Senhor.
28
Ele porá o óleo da palma da sua mão nos mesmos lugares em que pôs o sangue da oferta pela culpa: na ponta da orelha direita daquele que está sendo purificado, no polegar da sua mão direita e no polegar do seu pé direito.
29
O que restar do óleo na palma da sua mão, o sacerdote derramará sobre a cabeça daquele que está sendo purificado, para fazer propiciação por ele perante o Senhor.
30
Depois sacrificará uma das rolinhas ou um dos pombinhos, conforme os seus recursos,
31
um como oferta pelo pecado e o outro como holocausto, juntamente com a oferta de cereal. Assim o sacerdote fará propiciação perante o Senhor em favor daque­le que está sendo purificado.
32
Essa é a regulamentação para todo aquele que tem lepra e não tem recursos para fazer a oferta da sua purificação.
33
O Senhor disse a Moisés e a Arão:
34
Quando vocês entrarem na terra de Canaã, que lhes dou como propriedade, e eu puser mancha de mofo numa casa, na terra que lhes pertence,
35
o dono da casa irá ao sacerdote e dirá: Parece-me que há mancha de mofo em minha casa.
36
Antes de examinar o mofo, o sacerdote ordenará que desocupem a casa para que nada que houver na casa se torne impuro. Depois disso, o sacerdote irá examinar a casa.
37
Examinará as manchas nas paredes e, se elas forem esverdeadas ou avermelhadas e parecerem mais profundas do que a superfície da parede,
38
o sacerdote sairá da casa e a deixará fechada por sete dias.
39
No sétimo dia voltará para examinar a casa. Se as manchas se houverem espalhado pelas paredes da casa,
40
ordenará que as pedras contaminadas pelas manchas sejam retiradas e jogadas num local impuro, fora da cidade.
41
Fará que a casa seja raspada por dentro e que o reboco raspado seja jogado num local impuro, fora da cidade.
42
Depois coloca­rão outras pedras no lugar das primeiras, e rebo­carão a casa com barro novo.
43
Se as manchas tornarem a alastrar-se na casa depois de retiradas as pedras e de raspada e rebocada a casa,
44
o sacerdote irá examiná-la e, se as manchas se espalharam pela casa, é mofo corrosivo; a casa está impura.
45
Ela terá que ser demolida: as pedras, as madeiras e todo o reboco da casa; tudo será levado para um local impuro, fora da cidade.
46
Quem entrar na casa enquanto estiver fechada estará impuro até a tarde.
47
Aquele que dormir ou comer na casa terá que lavar as suas roupas.
48
Mas, se o sacerdote for examiná-la e as manchas não se houverem espalhado depois de rebocada a casa, declarará pura a casa, pois as man­chas de mofo desapareceram.
49
Para purificar a casa, ele pegará duas aves, um pedaço de madeira de cedro, um pano vermelho e hissopo.
50
Depois matará uma das aves numa vasi­lha de barro com água da fonte.
51
Então pegará o pedaço de madeira de cedro, o hissopo, o pa­no vermelho e a ave viva, e os molhará no sangue da ave morta e na água da fonte, e aspergirá a casa sete vezes.
52
Ele purificará a casa com o sangue da ave, com a água da fonte, com a ave viva, com o pedaço de madeira de cedro, com o hissopo e com o pano vermelho.
53
Depois solta­rá a ave viva em campo aberto, fora da cidade. Assim fará propiciação pela casa, e ela ficará pura.
54
Essa é a regulamentação acerca de qual­quer tipo de lepra, de sarna,
55
de mofo nas roupas ou numa casa
56
e de inchaço, erupção ou mancha brilhante,
57
para se determinar quando uma coisa é pura ou impura. Essa é a regulamentação acerca de qualquer tipo de lepra e de mofo.

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Atos 4

1-31
1
Enquanto Pedro e João falavam ao povo, chegaram os sacerdotes, o capitão da guarda do templo e os saduceus.
2
Eles estavam muito perturbados porque os apóstolos estavam ensinando o povo e proclamando em Jesus a ressurreição dos mortos.
3
Agarraram Pedro e João e, como já estava anoitecendo, os colocaram na prisão até o dia seguinte.
4
Mas muitos dos que tinham ouvido a mensagem creram, chegando o número dos homens que creram a perto de cinco mil.
5
No dia seguinte, as autoridades, os líderes religiosos e os mestres da lei reuniram-se em Jerusalém.
6
Estavam ali Anás, o sumo sacerdote, bem como Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da família do sumo sacerdote.
7
Mandaram trazer Pedro e João diante deles e começaram a interrogá-los: "Com que poder ou em nome de quem vocês fizeram isso?"
8
Então Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: Autoridades e líderes do povo!
9
Visto que hoje somos chamados para prestar contas de um ato de bondade em favor de um aleijado, sendo interrogados acerca de como ele foi curado,
10
saibam os senhores e todo o povo de Israel que por meio do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem os senhores crucificaram, mas a quem Deus ressuscitou dos mortos, este homem está aí curado diante dos senhores.
11
Este Jesus é "a pedra que vocês, construtores, rejeitaram, e que se tornou a pedra angular"[18].
12
Não há salvação em nenhum outro, pois, debaixo do céu não há nenhum outro nome dado aos homens pelo qual devamos ser salvos.
13
Vendo a coragem de Pedro e de João, e percebendo que eram homens comuns e sem instrução, ficaram admirados e reconheceram que eles haviam estado com Jesus.
14
E como podiam ver ali com eles o homem que fora curado, nada podiam dizer contra eles.
15
Assim, ordenaram que se retirassem do Sinédrio[19] e começaram a discutir,
16
perguntando: Que faremos com esses homens? Todos os que moram em Jerusalém sabem que eles realizaram um milagre notório que não podemos negar.
17
Todavia, para impedir que isso se espalhe ainda mais entre o povo, precisamos adverti-los de que não falem com mais ninguém sobre esse nome.
18
Então, chamando-os novamente, ordenaram-lhes que não falassem nem ensinassem em nome de Jesus.
19
Mas Pedro e João responderam: Julguem os senhores mesmos se é justo aos olhos de Deus obedecer aos senhores e não a Deus.
20
Pois não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos.
21
Depois de mais ameaças, eles os deixaram ir. Não tinham como castigá-los, porque todo o povo estava louvando a Deus pelo que acontecera,
22
pois o homem que fora curado milagrosamente tinha mais de quarenta anos de idade.
23
Quando foram soltos, Pedro e João voltaram para os seus companheiros e contaram tudo o que os chefes dos sacerdotes e os líderes religiosos lhes tinham dito.
24
Ouvindo isso, levantaram juntos a voz a Deus, dizendo: Ó Soberano, tu fizeste os céus, a terra, o mar e tudo o que neles há!
25
Tu falaste pelo Espírito Santo por boca do teu servo, nosso pai Davi: "Por que se enfurecem as nações, e os povos conspiram em vão?
26
Os reis da terra se levantam, e os governantes se reúnem contra o Senhor e contra o seu Ungido"[20].
27
De fato, Herodes e Pôncio Pilatos reuniram-se com os gentios[21] e com o povo de Israel nesta cidade, para conspirar contra o teu santo servo Jesus, a quem ungiste.
28
Fizeram o que o teu poder e a tua vontade haviam decidido de antemão que acontecesse.
29
Agora, Senhor, considera as ameaças deles e capacita os teus servos para anunciarem a tua palavra corajosamente.
30
Estende a tua mão para curar e realizar sinais e maravilhas por meio do nome do teu santo servo Jesus.
31
Depois de orarem, tremeu o lugar em que estavam reunidos; todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam corajosamente a palavra de Deus.

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