Provérbios 5Provérbios 6Provérbios 7Gálatas 3.1-14Provérbios 5
1
Filho meu, atende à minha sabedoria inclinam teu ouvido à minha prudência
2
para que observes a discrição, e os teus lábios guardem o conhecimento.
3
Porque os lábios da mulher licenciosa destilam mel, e a sua boca e mais macia do que o azeite
4
mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes.
5
Os seus pés descem à morte os seus passos seguem no caminho do Seol.
6
Ela não pondera a vereda da vida incertos são os seus caminhos, e ela o ignora.
7
Agora, pois, filhos, dai-me ouvidos, e não vos desvieis das palavras da minha boca.
8
Afasta para longe dela o teu caminho, e não te aproximes da porta da sua casa
9
para que não dês a outros a tua honra, nem os teus anos a cruéis
10
para que não se fartem os estranhos dos teus bens, e não entrem os teus trabalhos na casa do estrangeiro,
11
e gemas no teu fim, quando se consumirem a tua carne e o teu corpo,
12
e digas: Como detestei a disciplina! e desprezou o meu coração a repreensão!
13
e não escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos que me instruíam inclinei o meu ouvido!
14
Quase cheguei à ruína completa, no meio da congregação e da assembléia.
15
Bebe a água da tua própria cisterna, e das correntes do teu poço.
16
Derramar-se-iam as tuas fontes para fora, e pelas ruas os ribeiros de águas?
17
Sejam para ti só, e não para os estranhos juntamente contigo.
18
Seja bendito o teu manancial e regozija-te na mulher da tua mocidade.
19
Como corça amorosa, e graciosa cabra montesa saciem-te os seus seios em todo o tempo e pelo seu amor sê encantado perpetuamente.
20
E por que, filho meu, andarias atraído pela mulher licenciosa, e abraçarias o seio da adúltera?
21
Porque os caminhos do homem estão diante dos olhos do Senhor, o qual observa todas as suas veredas.
22
Quanto ao ímpio, as suas próprias iniqüidades o prenderão, e pelas cordas do seu pecado será detido.
23
Ele morre pela falta de disciplina e pelo excesso da sua loucura anda errado.
topoProvérbios 6
1
Filho meu, se ficaste por fiador do teu próximo, se te empenhaste por um estranho,
2
estás enredado pelos teus lábios estás preso pelas palavras da tua boca.
3
Faze pois isto agora, filho meu, e livra-te, pois já caíste nas mãos do teu próximo vai, humilha-te, e importuna o teu próximo
4
não dês sono aos teus olhos, nem adormecimento às tuas pálpebras
5
livra-te como a gazela da mão do caçador, e como a ave da mão do passarinheiro.
6
Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos, e sê sábio
7
a qual, não tendo chefe, nem superintendente, nem governador,
8
no verão faz a provisão do seu mantimento, e ajunta o seu alimento no tempo da ceifa.
9
o preguiçoso, até quando ficarás deitado? quando te levantarás do teu sono?
10
um pouco para dormir, um pouco para toscanejar, um pouco para cruzar as mãos em repouso
11
assim te sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade como um homem armado.
12
O homem vil, o homem iníquo, anda com a perversidade na boca,
13
pisca os olhos, faz sinais com os pés, e acena com os dedos
14
perversidade há no seu coração todo o tempo maquina o mal anda semeando contendas.
15
Pelo que a sua destruição virá repentinamente subitamente será quebrantado, sem que haja cura.
16
Há seis coisas que o Senhor detesta sim, há sete que ele abomina:
17
olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente
18
coração que maquina projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal
19
testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.
20
Filho meu, guarda o mandamento de, teu pai, e não abandones a instrução de tua mãe
21
ata-os perpetuamente ao teu coração, e pendura-os ao teu pescoço.
22
Quando caminhares, isso te guiará quando te deitares, te guardará quando acordares, falará contigo.
23
Porque o mandamento é uma lâmpada, e a instrução uma luz e as repreensões da disciplina são o caminho da vida,
24
para te guardarem da mulher má, e das lisonjas da língua da adúltera.
25
Não cobices no teu coração a sua formosura, nem te deixes prender pelos seus olhares.
26
Porque o preço da prostituta é apenas um bocado de pão, mas a adúltera anda à caça da própria vida do homem.
27
Pode alguém tomar fogo no seu seio, sem que os seus vestidos se queimem?
28
Ou andará sobre as brasas sem que se queimem os seus pés?
29
Assim será o que entrar à mulher do seu próximo não ficará inocente quem a tocar.
30
Não é desprezado o ladrão, mesmo quando furta para saciar a fome?
31
E, se for apanhado, pagará sete vezes tanto, dando até todos os bens de sua casa.
32
O que adultera com uma mulher é falto de entendimento destrói-se a si mesmo, quem assim procede.
33
Receberá feridas e ignomínia, e o seu opróbrio nunca se apagará
34
porque o ciúme enfurece ao marido, que de maneira nenhuma poupará no dia da vingança.
35
Não aceitará resgate algum, nem se aplacará, ainda que multipliques os presentes.
topoProvérbios 7
1
Filho meu, guarda as minhas palavras, e entesoura contigo os meus mandamentos.
2
Observa os meus mandamentos e vive guarda a minha lei, como a menina dos teus olhos.
3
Ata-os aos teus dedos, escreve-os na tábua do teu coração.
4
Dize à sabedoria: Tu és minha irmã e chama ao entendimento teu amigo íntimo,
5
para te guardarem da mulher alheia, da adúltera, que lisonjeia com as suas palavras.
6
Porque da janela da minha casa, por minhas grades olhando eu,
7
vi entre os simples, divisei entre os jovens, um mancebo falto de juízo,
8
que passava pela rua junto à esquina da mulher adúltera e que seguia o caminho da sua casa,
9
no crepúsculo, à tarde do dia, à noite fechada e na escuridão
10
e eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, ornada à moda das prostitutas, e astuta de coração.
11
Ela é turbulenta e obstinada não param em casa os seus pés
12
ora está ela pelas ruas, ora pelas praças, espreitando por todos os cantos.
13
Pegou dele, pois, e o beijou e com semblante impudico lhe disse:
14
Sacrifícios pacíficos tenho comigo hoje paguei os meus votos.
15
Por isso saí ao teu encontro a buscar-te diligentemente, e te achei.
16
Já cobri a minha cama de cobertas, de colchas de linho do Egito.
17
Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e cinamomo.
18
Vem, saciemo-nos de amores até pela manhã alegremo-nos com amores.
19
Porque meu marido não está em casa foi fazer uma jornada ao longe
20
um saquitel de dinheiro levou na mão só lá para o dia da lua cheia voltará para casa.
21
Ela o faz ceder com a multidão das suas palavras sedutoras, com as lisonjas dos seus lábios o arrasta.
22
Ele a segue logo, como boi que vai ao matadouro, e como o louco ao castigo das prisões
23
até que uma flecha lhe atravesse o fígado, como a ave que se apressa para o laço, sem saber que está armado contra a sua vida.
24
Agora, pois, filhos, ouvi-me, e estai atentos às palavras da minha boca.
25
Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas.
26
Porque ela a muitos tem feito cair feridos e são muitíssimos os que por ela foram mortos.
27
Caminho de Seol é a sua casa, o qual desce às câmaras da morte.
topoGálatas 3
1-14
1
ó insensatos gálatas! quem vos fascinou a vós, ante cujos olhos foi representado Jesus Cristo como crucificado?
2
Só isto quero saber de vós: Foi por obras da lei que recebestes o Espírito, ou pelo ouvir com fé?
3
Sois vós tão insensatos? tendo começado pelo Espírito, é pela carne que agora acabareis?
4
Será que padecestes tantas coisas em vão? Se é que isso foi em vão.
5
Aquele pois que vos dá o Espírito, e que opera milagres entre vós, acaso o faz pelas obras da lei, ou pelo ouvir com fé?
6
Assim como Abraão creu a Deus, e isso lhe foi imputado como justiça.
7
Sabei, pois, que os que são da fé, esses são filhos de Abraão.
8
Ora, a Escritura, prevendo que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou previamente a boa nova a Abraão, dizendo: Em ti serão abençoadas todas as nações.
9
De modo que os que são da fé são abençoados com o crente Abraão.
10
Pois todos quantos são das obras da lei estão debaixo da maldição porque escrito está: Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las.
11
É evidente que pela lei ninguém é justificado diante de Deus, porque: O justo viverá da fé
12
ora, a lei não é da fé, mas: O que fizer estas coisas, por elas viverá.
13
Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro
14
para que aos gentios viesse a bênção de Abraão em Jesus Cristo, a fim de que nós recebêssemos pela fé a promessa do Espírito.
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