Blessed is he that readeth, and they that hear the words of the prophecy, and keep the things that are written therein: for the time is at hand. Revelation 1.3.
"Digno é o Cordeiro" (eles cantavam bem alto!) "o Cordeiro que foi morto. Ele é digno de receber o poder, e a riqueza, e a sabedoria, e a força, e a honra, e a glória, e a bênção". Apocalipse 5.12

Daily reading in version Bíblia Viva - Portuguese

Juízes 10 Top
1

DEPOIS DA MORTE de Abimeleque, surgiu um juiz e libertador de Israel chamado Tola, filho de Pua, neto de Dodo. Era da tribo de Issacar, mas vivia na cidade de Samir, na região montanhosa de Efraim.

2

Exerceu as funções de juiz durante vinte e três anos. Quando morreu, foi sepultado em Samir, e a vaga foi ocupada por Jair, de Gileade. Os serviços de Jair como juiz de Israel duraram vinte e dois anos.

4

Jair tinha trinta filhos, que costumavam montar trinta burros, e que possuíam trinta cidades, na região de Gileade. Essas trinta cidades eram chamadas "Havote-Jair" - nome que conservavam até a data em que este livro é escrito.

5

Quando Jair morreu, foi enterrado em Camom.

6

Então o povo de Israel abandonou de novo o Senhor, e voltou a adorar os Baalins, Astarote, os deuses da Síria, de Sidom, de Moabe, de Amom e da Filístia; e deixaram de uma vez de seguir e servir ao Senhor.

7

Isto levou o Senhor a ficar irado com o Seu povo, e Ele permitiu que Israel fosse atormentado pelos filisteus e pelos amonitas.

8

Estes povos começaram nesse mesmo ano a maltratar os israelitas. Durante dezoito anos foram oprimidos os israelitas que ocupavam territórios a leste do rio Jordão, na terra dos amorreus, isto é, em Gileade.

9

Não demorou e as tribos de Judá, Benjamim e Efraim começaram a sofrer as mesmas coisas. Isso porque eram atacados pelos amonitas que, para isso, atravessavam o Jordão. Assim Israel foi ficando cada vez mais angustiado!

10

Finalmente os israelitas clamaram ao Senhor: "Socorro, Senhor! Salve o seu povo! Pecamos contra o Senhor, pois deixamos de servir ao nosso Deus para servir deuses falsos!"

11

Mas o Senhor respondeu: "Eu não livrei vocês dos egípcios, dos amorreus, dos amonitas, dos filisteus, dos sidônios, dos amalequitas e dos amonitas? Houve alguma vez que clamassem a Mim, que Eu não livrasse vocês? Apesar disso, vocês Me deixaram para servir a outros deuses. Por esta razão, não libertarei mais vocês! Vão pedir socorro aos deuses que escolheram! Eles que tirem vocês dos apuros! "

15

Mas os israelitas disseram ao Senhor: "Nós pecamos. Faça conosco tudo o que quiser, mas livre só mais esta vez o seu povo!"

16

Então eles destruíram os deuses dos estrangeiros e serviram só ao Senhor - e o Senhor já não conteve a sua compaixão pela desgraça de Israel!

17

Os exércitos de Amom tinham sido convocados. Acampados em Gileade, faziam preparativos para atacar o exército israelita acampado em Mispa.

18

Em certo momento, o povo, ou melhor, os oficiais de Gileade, lançaram um desafio: "Quem irá à frente das nossas forças, para o primeiro ataque aos amonitas? Quem fizer isso governará sobre nós!"

Juízes 11 Top
1

ORA, JEFTÉ ERA valente guerreiro nascido nas terras de Gileade, mas a mãe dele era prostituta. O pai dele, que tinha o nome de Gileade, tinha vários outros filhos, da legítima esposa. Quando estes cresceram, expulsaram Jefté e disseram: "Você é filho doutra mulher, e não há de ser herdeiro em nossa casa!"

3

Assim Jefté fugiu de casa, e ficou morando na terra de Tobe. Logo ele passou a chefiar um bando de marginais, e juntos viviam como bandidos.

4

Passado algum tempo, os amonitas atacaram o povo de Israel.

5

No meio da luta, os oficiais de Gileade foram chamar Jefté, querendo que ele fosse comandar os israelitas na guerra contra Amom.

7

Disse, porém, Jefté: "Ora, vocês não mostraram ódio para comigo, e não me mandaram embora da casa do meu pai? Por que me chamam agora, que estão em aperto?"

8

"Porque precisamos de você," foi a resposta. "Se você comandar as nossas tropas contra os amonitas, ficará sendo o governador de Gileade."

9

Disse Jefté: "Vocês garantem que se eu dirigir Israel nos combates contra os amonitas, e se o Senhor me fizer vitorioso, eu governarei a terra de Gileade?"

10

"Prometemos isto diante do Senhor," responderam os oficiais de Gileade. "Deus é nossa testemunha! Se não cumprirmos o compromisso, Ele trará castigo sobre nós!"

11

Assim Jefté aceitou a missão e ficou sendo o comandante do exército e o governador do povo de Gileade. Jefté ditou os termos do acordo numa assembléia do povo realizada em Mispa, diante do Senhor.

12

Logo depois, Jefté mandou mensageiros ao rei de Amom, exigindo que ele dissesse porque Israel estava sendo atacado. Os mensageiros voltaram com esta resposta do rei: "É porque, quando vocês saíram do Egito, vieram para cá e roubaram as minhas terras desde o rio Arnom até o Jaboque, e até o Jordão. Devolvam pacificamente o território!"

14

Jefté não se abalou; ao contrário, mandou mensageiros outra vez ao rei dos amonitas com esta mensagem: "Israel não roubou terra de ninguém. O que aconteceu foi isto: Quando o povo de Israel chegou a Cades - depois de cruzar o Mar Vermelho, vindo do Egito mandou mensagem ao rei de Edom pedindo licença para passar pelas terras dele. Mas o pedido não foi atendido. Depois fez igual pedido ao rei de Moabe. Ele também disse não. Por isso Israel ficou parado em Cades.

18

"Mais tarde os israelitas saíram pelo deserto, rodearam as terras dos edomitas e dos moabitas, e acamparam a leste dessas terras, fora dos limites de Moabe, perto do rio Amom.

19

"Então Israel mandou mensageiros a Seom, rei dos amorreus, que vivia em Hesbom, pedindo licença para passar pelas terras dele, direto ao destino visado. Ele negou permissão. Em vez disso, ajuntou as tropas, acampou com elas em Jaza, e pelejou contra Israel. Mas o Senhor, o Deus de Israel, fez com que Israel vencesse o rei Seom e todo o exército dele. Foi por isso que Israel tomou as terras ocupadas pelos amorreus, do rio Arnom ao Jaboque, e do deserto ao rio Jordão.

23

"Como você vê, foi o Senhor, o Deus de Israel, quem tirou estas terras dos amorreus. Israel recebeu o território das mãos de Deus! Por que haveria de ser devolvido a você? Você costuma considerar sua propriedade tudo o que recebe do seu deus Camos. Assim também nós temos direito de tomar posse do território de todos aqueles que Deus expulsou da nossa frente!

25

"Além disso, quem você pensa que é? Você acha que é melhor do que Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe? Acaso tentou ele recuperar o território, depois que foi derrotado por Israel? Claro que não!

26

"Entretanto, agora, passados trezentos anos, você levanta esta questão! Todo esse tempo Israel viveu aqui, ocupando terras que vão de Hesbom até Areor, e que margeiam todo o rio Arnom. Por que os amonitas não tentaram recuperar essas terras antes?

27

"Não fui eu quem pecou contra você. Você é que erra, fazendo guerra contra mim. Mas o Senhor, o Juiz, logo mostrará qual de nós está certo - Israel ou Amom."

28

Porém o rei dos amonitas não deu atenção à mensagem de Jefté.

29

Então o Espírito do Senhor impulsionou Jefté, e ele foi com as tropas através da terra de Gileade e de Manassés, passou por Mispa, de Gileade, e atacou o exército de Amom.

30

Nesse meio tempo, Jefté havia feito voto ao Senhor nestes termos: Se Deus ajudasse Israel a vencer os amonitas, o primeiro que saísse de casa ao encontro dele, quando voltasse para casa em paz, seria dedicado ao Senhor e oferecido como sacrifício queimado!

32

Jefté dirigiu, pois, o exército contra os amonitas, e o Senhor deu a Israel a vitória total! Os inimigos foram destruídos desde Aroer até perto de Minite, incluindo vinte cidades, e chegando até Abel-Queramim. Foi uma terrível derrota! Assim os amonitas foram dominados pelo povo de Israel.

34

Jefté não tinha filhos, mas somente uma filha. Quando ia voltando para casa, a filha dele a filha única! - correu para ele, tocando pandeiro e dançando de alegria.

35

Quando Jefté viu a moça, rasgou as próprias roupas, cheio de angústia. "Ah! filha minha!," exclamou ele. "Você me faz cair ao pó, e traz ao meu coração a maior angústia! Porque fiz voto ao Senhor, e não posso desistir!"

36

Disse ela: "Meu pai, faça tudo que prometeu ao Senhor, pois Ele deu a você grande vitória sobre os amonitas, inimigos de Israel. Só peço uma coisa: Deixe que eu ande pelos montes dois meses, junto com minhas amigas - para chorar porque não casarei nunca."

38

"Faça isso, minha filha; vá," disse Jefté. Ela foi, acompanhada das amigas, e ficou dois meses vagando, a chorar porque nunca seria esposa e mãe. Depois voltou para casa, e o pai cumpriu o voto feito. Assim ela nunca chegou a casar. Daí nasceu em Israel o costume de saírem as moças todos os anos, por quatro dias, para celebrar a memória da filha de Jefté.

Marcos 6.30-56 Top
30

Chegou o dia em que os apóstolos voltaram da viagem. Vieram a Jesus e Lhe contaram tudo o que tinha feito, e o que haviam dito ao povo que visitaram.

31

Então Jesus sugeriu: "Vamos sair por um instante do meio do povo, para descansar". Porque tanta gente ia e vinha que mal tinham tempo para comer.

32

Portanto saíram de barco para um lugar mais tranqüilo.

33

Mas muitas pessoas os viram saindo e, correram adiante pela praia, esperando-os quando chegaram em terra.

34

Assim é que a enorme multidão de sempre estava lá quando Jesus desceu do barco; Ele teve penas deles, porque eram como ovelhas sem pastor, e lhes ensinou muitas coisas que precisavam saber.

35

Mais adiante, ao entardecer, os discípulos de Jesus vieram a Ele e disseram: "Diga ao povo que vá embora às vilas e às propriedades próximas, e compre alimento para si, porque não há nada para comer neste lugar deserto, e está ficando tarde".

36

Mais adiante, ao entardecer, os discípulos de Jesus vieram a Ele e disseram: "Diga ao povo que vá embora às vilas e às propriedades próximas, e compre alimento para si, porque não há nada para comer neste lugar deserto, e está ficando tarde".

37

Mas Jesus disse: "Vocês dêem-lhes de comer". "Com quê?" perguntaram eles. "Seria preciso uma fortuna para comprar comida para esta multidão toda!"

38

"Quanto temos de comida?" perguntou Ele. "Vão ver!". Eles voltaram e informaram que havia cinco pães e dois peixes.

39

Então Jesus disse a multidão que se sentasse, em grupos de 50 ou 100 cada um, na grama verde.

40

Então Jesus disse a multidão que se sentasse, em grupos de 50 ou 100 cada um, na grama verde.

41

Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos para o céu e deu graças pela comida. Depois partiu os pães em pedaços e deu um pouco de pão e de peixe a cada discípulo, para colocar diante do povo.

42

A multidão comeu até ficar bem satisfeita!

43

Havia cerca de 5.000 homens ali para aquela refeição; e depois foram recolhidos doze cestos cheios de sobras!

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Havia cerca de 5.000 homens ali para aquela refeição; e depois foram recolhidos doze cestos cheios de sobras!

45

Imediatamente depois disto Jesus ordenou aos discípulos dEle que voltassem para o barco e atravessassem o lago para Betsaida, onde Ele os encontraria mais tarde. Ele ficaria para despedir o povo.

46

Depois Jesus subiu às montanhas para orar.

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Durante a noite, enquanto os discípulos estavam no barco lá no meio do lago, e Ele estava sozinho em terra

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viu que se encontravam em sérios apuros, remando muito e lutando contra o vento e as ondas. Lá para as três da madrugada, Ele caminhou para eles por cima da água. Começou a passar-lhes à frente

49

Mas quando eles viram alguma coisa andando ao seu lado, gritaram de medo, pensando que era um fantasma

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porque todos eles O viam. Porém Ele imediatamente falou: "Vai tudo bem", disse Ele. "Sou Eu! Não tenham medo".

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Então Jesus subiu para o barco e o vento parou! Os discípulos ficaram assustados, sem poder compreender aquilo!

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Porque eles ainda não tinham percebido quem Jesus era, mesmo depois do milagre da tarde anterior, pois seus corações estavam endurecidos!

53

Quando chegaram a Genesaré, no outro lado do lago, desceram do barco

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o povo que estava ali reconheceu Jesus imediatamente

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Correram logo pela região toda espalhando a notícia da chegada dEle, e começaram a trazer-Lhe os doentes em esteiras e padiolas.

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A todo lugar onde Ele ia - em vilas, em cidades e nas propriedades ao redor - eles punham os doentes nas praças, e nas ruas, rogando-Lhe que os deixasse pelo menos tocar nas pontas da roupa dEle; e todos os que tocavam, ficavam curados.