
Daily reading in version Revisada - Portuguese
Ó Senhor, tu és o meu Deus exaltarte-ei a ti, e louvarei o teu nome porque fizeste maravilhas, os teus conselhos antigos, em fidelidade e em verdade.
Porque da cidade fizeste um montão, e da cidade fortificada uma ruína, e do paço dos estranhos, que não seja mais cidade e ela jamais se tornará a edificar.
Pelo que te glorificará um povo poderoso e a cidade das nações formidáveis te temerá:
Porque tens sido a fortaleza do pobre, a fortaleza do necessitado na sua angústia, refúgio contra a tempestade, e sombra contra o calor, pois o assopro dos violentos é como a tempestade contra o muro.
Como o calor em lugar seco, tu abaterás o tumulto dos estranhos como se abranda o calor pela sombra da espessa nuvem, assim acabará o cântico dos violentos.
E o Senhor dos exércitos dará neste monte a todos os povos um banquete de coisas gordurosas, banquete de vinhos puros, de coisas gordurosas feitas de tutanos, e de vinhos puros, bem purificados.
E destruirá neste monte a coberta que cobre todos os povos, e o véu que está posto sobre todas as nações.
Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo porque o Senhor o disse.
E naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso Deus por ele temos esperado, para que nos salve. Este é o Senhor por ele temos esperado na sua salvação gozaremos e nos alegraremos.
Porque a mão do Senhor repousará neste monte e Moabe será trilhado no seu lugar, assim como se trilha a palha na água do monturo.
E estenderá as suas mãos no meio disso, assim como as estende o nadador para nadar mas o Senhor abaterá a sua altivez juntamente com a perícia das suas mãos.
E abaixará as altas fortalezas dos teus muros abatê-las-á e derrubá-las-á por terra até o pó.
Naquele dia se entoará este cântico na terra de Judá: uma cidade forte temos, a que Deus pôs a salvação por muros e antemuros.
Abri as portas, para que entre nela a nação justa, que observa a verdade.
Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti porque ele confia em ti.
Confiai sempre no Senhor porque o Senhor Deus é uma rocha eterna.
porque ele tem derrubado os que habitam no alto, na cidade elevada abate-a, abate-a até o chão e a reduz até o pó.
Pisam-na os pés, os pés dos pobres, e os passos dos necessitados.
O caminho do justo é plano tu, que és reto, nivelas a sua vereda.
No caminho dos teus juízos, Senhor, temos esperado por ti no teu nome e na tua memória está o desejo da nossa alma.
Minha alma te deseja de noite sim, o meu espírito, dentro de mim, diligentemente te busca porque, quando os teus juízos estão na terra, os moradores do mundo aprendem justiça.
Ainda que se mostre favor ao ímpio, ele não aprende a justiça até na terra da retidão ele pratica a iniqüidade, e não atenta para a majestade do Senhor.
Senhor, a tua mão está levantada, contudo eles não a vêem vê-la-ão, porém, e confundir-se-ão por causa do zelo que tens do teu povo e o fogo reservado para os teus adversários os devorará.
Senhor, tu hás de estabelecer para nós a paz pois tu fizeste para nós todas as nossas obras.
Ó Senhor Deus nosso, outros senhores além de ti têm tido o domínio sobre nós mas, por ti só, nos lembramos do teu nome.
Os falecidos não tornarão a viver os mortos não ressuscitarão por isso os visitaste e destruíste, e fizeste perecer toda a sua memória.
Tu, Senhor, aumentaste a nação aumentaste a nação e te fizeste glorioso alargaste todos os confins da terra.
Senhor, na angústia te buscaram quando lhes sobreveio a tua correção, derramaram-se em oração.
Como a mulher grávida, quando está próxima a sua hora, tem dores de parto e dá gritos nas suas dores, assim fomos nós diante de ti, ó Senhor!
Concebemos nós, e tivemos dores de parto, mas isso foi como se tivéssemos dado à luz o vento livramento não trouxemos à terra nem nasceram moradores do mundo.
Os teus mortos viverão, os seus corpos ressuscitarão despertai e exultai, vós que habitais no pó porque o teu orvalho é orvalho de luz, e sobre a terra das sombras fá-lo-ás cair.
Vem, povo meu, entra nas tuas câmaras, e fecha as tuas portas sobre ti esconde-te só por um momento, até que passe a indignação.
Pois eis que o Senhor está saindo do seu lugar para castigar os moradores da terra por causa da sua iniqüidade e a terra descobrirá o seu sangue, e não encobrirá mais os seus mortos.
Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no santíssimo lugar, pelo sangue de Jesus,
pelo caminho que ele nos inaugurou, caminho novo e vivo, através do véu, isto é, da sua carne,
e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus,
cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé tendo o coração purificado da má consciência, e o corpo lavado com água limpa,
retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porque fiel é aquele que fez a promessa
e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,
não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.
Porque se voluntariamente continuarmos no pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados,
mas uma expectação terrível de juízo, e um ardor de fogo que há de devorar os adversários.
Havendo alguém rejeitado a lei de Moisés, morre sem misericórdia, pela palavra de duas ou três testemunhas
de quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do pacto, com que foi santificado, e ultrajar ao Espírito da graça?
Pois conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo.
Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
Lembrai-vos, porém, dos dias passados, em que, depois de serdes iluminados, suportastes grande combate de aflições
pois por um lado fostes feitos espetáculo tanto por vitupérios como por tribulações, e por outro vos tornastes companheiros dos que assim foram tratados.
Pois não só vos compadecestes dos que estavam nas prisões, mas também com gozo aceitastes a espoliação dos vossos bens, sabendo que vós tendes uma possessão melhor e permanente.
Não lanceis fora, pois, a vossa confiança, que tem uma grande recompensa.
Porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa.
Pois ainda em bem pouco tempo aquele que há de vir virá, e não tardará.
Mas o meu justo viverá da fé e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.
Nós, porém, não somos daqueles que recuam para a perdição, mas daqueles que crêem para a conservação da alma.