Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas porque o tempo está próximo. Apocalipse 1.3.
Falando novamente ao povo, Jesus disse: "Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida". João 8.12

Leitura diária na versão Nova Versão Internacional - Português

2 Crônicas 26 Topo
1

Então todo o povo de Judá proclamou rei a Uzias[68], de dezesseis anos de idade, no lugar de seu pai, Amazias.

2

Foi ele que reconquistou e reconstruiu a cidade de Elate para Judá, depois que Amazias descansou com os seus antepassados.

3

Uzias tinha dezesseis anos de idade quando se tornou rei, e reinou cinqüenta e dois anos em Jerusalém. Sua mãe era de Jerusalém e chamava-se Jecolias.

4

Ele fez o que o Senhor aprova, tal como o seu pai Amazias;

5

e buscou a Deus durante a vida de Zacarias, que o instruiu no temor[69]de Deus. Enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar.

6

Ele saiu à guerra contra os filisteus e derrubou os muros de Gate, de Jabne e de Asdode. Depois reconstruiu cidades próximo a Asdode e em outros lugares do território filisteu.

7

Deus o ajudou contra os filisteus, contra os árabes que viviam em Gur-Baal e contra os meunitas.

8

Os amonitas pagavam tributo a Uzias, e sua fama estendeu-se até a fronteira do Egito, pois havia se tornado muito poderoso.

9

Uzias construiu torres fortificadas em Jerusalém, junto à porta da Esquina, à porta do Vale e no canto do muro.

10

Também construiu torres no deserto e cavou muitas cisternas, pois ele possuía muitos rebanhos na Sefelá e na planície. Ele mantinha trabalhadores em seus campos e em suas vinhas, nas colinas e nas terras férteis, pois gostava da agricultura.

11

Uzias possuía um exército bem preparado, organizado em divisões de acordo com o número dos soldados convocados pelo secretário Jeiel e pelo oficial Maaséias, sob o comando de Hananias, um dos oficiais do rei.

12

O total de chefes de família no comando dos homens de combate era de dois mil e seiscentos.

13

Sob o comando deles havia um exército de trezentos e sete mil e quinhentos homens treinados para a guerra, uma força poderosíssima que apoiava o rei contra os seus inimigos.

14

Uzias providenciou escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e atiradeiras de pedras para todo o exército.

15

Em Jerusalém construiu máquinas projetadas por peritos para serem usadas nas torres e nas defesas das esquinas, máquinas que atiravam flechas e grandes pedras. Ele foi extraordinariamente ajudado, e assim tornou-se muito poderoso e a sua fama espalhou-se para longe. ­

16

Entretanto, depois que Uzias se tornou poderoso, o seu orgulho provocou a sua queda. Ele foi infiel ao Senhor, o seu Deus, e entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar de incenso.

17

O sumo sacerdote Azarias, e outros oitenta corajosos sacerdotes do Senhor, foram atrás dele.

18

Eles o enfrentaram e disseram: "Não é certo que você, Uzias, queime incenso ao Senhor. Isso é tarefa dos sacerdotes, os descendentes de Arão consagrados para queimar incenso. Saia do santuário, pois você foi infiel e não será honrado por Deus, o Senhor".

19

Uzias, que estava com um incensário na mão, pronto para queimar o incenso, irritou-se e indignou-se contra os sacerdotes; e na mesma hora, na presença deles, diante do altar de incenso no templo do Senhor, surgiu lepra[70]em sua testa.

20

Quando o sumo sacerdote Azarias e todos os outros sacerdotes viram a lepra, expulsaram-no imediatamente do templo. Na verdade, ele mesmo ficou ansioso para sair, pois o Senhor o havia ferido.

21

O rei Uzias sofreu de lepra até o dia em que morreu. Durante todo esse tempo morou numa casa separada[71], leproso e excluído do templo do Senhor. Seu filho Jotão tomava conta do palácio e governava o povo.

22

Os demais acontecimentos do reinado de Uzias, do início ao fim, foram registrados pelo profeta Isaías, filho de Amoz.

23

Uzias descansou com os seus antepassados e foi sepultado perto deles, num cemitério que pertencia aos reis, pois o povo dizia: "Ele tinha lepra". Seu filho Jotão foi o seu sucessor.

2 Crônicas 27 Topo
1

Jotão tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar, e reinou dezesseis anos em Jerusalém. O nome da sua mãe era Jerusa, filha de Zadoque.

2

Ele fez o que o Senhor aprova, tal como seu pai, mas, ao contrário deste, não entrou no templo do Senhor. O povo, contudo, prosseguiu em suas práticas corruptas.

3

Jotão reconstruiu a porta superior do templo do Senhor e fez amplos trabalhos no muro, na colina de Ofel.

4

Construiu cidades nos montes de Judá, bem como fortes e torres nas matas.

5

Jotão guerreou contra o rei dos amonitas e o derrotou. Então os amonitas pagaram-lhe três toneladas e meia[72]de prata, dez mil barris[73]de trigo e dez mil de cevada, durante três anos seguidos. ­

6

Jotão tornou-se cada vez mais poderoso, pois andava firmemente segundo a vontade do Senhor, o seu Deus.

7

Os demais acontecimentos do reinado de Jotão, inclusive todas as suas guerras e as suas outras realizações, estão escritos nos registros históricos dos reis de Israel e de Judá.

8

Tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar, e reinou dezesseis anos em Jerusalém.

9

Jotão descansou com os seus antepassados e foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Acaz foi o seu sucessor.

2 Crônicas 28 Topo
1

Acaz tinha vinte anos de idade quan­do começou a reinar, e reinou dezesseis anos em Jerusalém. Ao contrário de Davi, seu predecessor, não fez o que o Senhor aprova.

2

Ele andou nos caminhos dos reis de Israel e fez ídolos de metal a fim de adorar os baalins.

3

Queimou sacrifícios no vale de Ben-Hinom e chegou até a queimar seus filhos em sacrifício, imitando os costumes detestáveis das nações que o Senhor havia expulsado de diante dos israelitas.

4

Também ofereceu sacrifícios e queimou incenso nos altares idólatras, no alto das colinas e debaixo de toda árvore frondosa.

5

Por isso o Senhor, o seu Deus, entregou-o nas mãos do rei da Síria. Os arameus o derrotaram, fizeram muitos prisioneiros entre o seu povo e os levaram para Damasco. Israel também lhe infligiu grande derrota.

6

Num único dia, Peca, filho de Remalias, matou cento e vinte mil soldados corajosos de Judá; pois Judá havia abandonado o Senhor, o Deus dos seus antepassados.

7

Zicri, guerreiro efraimita, matou Maaséias, filho do rei, Azricão, oficial encarregado do palácio, e Elcana, o braço direito do rei.

8

Os israelitas levaram para Samaria duzentos mil prisioneiros dentre os seus parentes, incluindo mulheres, meninos e meninas. Também levaram muitos despojos.

9

Mas um profeta do Senhor, chamado Odede, estava em Samaria e saiu ao encontro do exér­cito. Ele lhes disse: Estando irado contra Judá, o Senhor, o Deus dos seus antepassados, entregou-os nas mãos de vocês. Mas a fúria com que vocês os mataram chegou aos céus.

10

E agora ainda pretendem escravizar homens e mulheres de Judá e de Jerusalém! Vocês também não são culpados de pecados contra o Senhor, o seu Deus?

11

Agora, ouçam-me! Mandem de volta seus irmãos que vocês fizeram prisioneiros, pois o fogo da ira do Senhor está sobre vo­cês.

12

Então Azarias, filho de Joanã, Berequias, filho de Mesilemote, Jeizquias, filho de Salum, e Amasa, filho de Hadlai, que eram alguns dos chefes de Efraim, questionaram os que estavam chegando da guerra, dizendo:

13

"Não tragam os prisioneiros para cá. Caso contrário seremos culpados diante do Senhor. Vocês querem aumentar ainda mais o nosso pecado e a nossa culpa? A nossa culpa já é grande, e o fogo da sua ira está sobre Israel".

14

Então os soldados libertaram os prisioneiros e colocaram os despojos na presença dos líderes e de toda a assembléia.

15

Aqueles homens citados nominalmente apanharam os prisioneiros e com as roupas e as sandálias dos despojos vestiram todos os que estavam nus. Deram-lhes comida, bebida, e bálsamo medicinal. Puseram sobre jumentos todos aqueles que estavam fracos. Assim os levaram de volta a seus patrícios residentes em Jericó, a cidade das Palmeiras, e voltaram para Samaria.

16

Nessa época, o rei Acaz enviou mensageiros ao rei[74]da Assíria para pedir-lhe ajuda.

17

Os edomitas tinham voltado a atacar Judá fazendo prisioneiros,

18

e os filisteus atacaram cidades na Sefelá e no sul de Judá. Conquistaram e ocuparam Bete-Semes, Aijalom e Gederote, bem como Socó, Timna e Ginzo, com os seus povoados.

19

O Senhor humilhou Judá por causa de Acaz, rei de Israel[75], por sua conduta desregrada em Judá, muito infiel ao Senhor.

20

Quando chegou Tiglate-Pileser, rei da Assíria, causou-lhe problemas em vez de ajudá-lo.

21

Acaz apanhou algumas coisas do templo do Senhor, do palácio real e dos líderes e ofereceu-as ao rei da Assíria, mas isso não adiantou.

22

Mesmo nessa época em que passou por tantas dificuldades, o rei Acaz tornou-se ainda mais infiel ao Senhor.

23

Ele ofereceu sacrifícios aos deuses de Damasco que o haviam derrotado, pois pensava: "Já que os deuses da Síria os têm ajudado, oferecerei sacrifícios a eles para que me ajudem também". Mas eles foram a causa da sua ruína e da ruína de todo o Israel.

24

Acaz juntou os utensílios do templo de Deus e os retirou de lá[76]. Trancou as portas do templo do Senhor e ergueu altares em todas as esquinas de Jerusalém.

25

Em todas as cidades de Judá construiu altares idólatras para queimar sacrifícios a outros deuses e provocou a ira do Senhor, o Deus dos seus antepassados.

26

Os demais acontecimentos de seu reinado e todos os seus atos, do início ao fim, estão escritos nos registros históricos dos reis de Judá e de Israel.

27

Acaz descansou com os seus antepassados e foi sepultado na cidade de Jerusalém, mas não nos túmulos dos reis de Israel. Seu filho Ezequias foi o seu sucessor.

Lucas 17.1-19 Topo
1

Jesus disse aos seus discípulos: É inevitável que aconteçam coisas que levem o povo a tropeçar, mas ai da pessoa por meio de quem elas acontecem.

2

Seria melhor que ela fosse lançada no mar com uma pedra de moinho amarrada no pescoço, do que levar um desses pequeninos a pecar.

3

Tomem cuidado. Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe.

4

Se pecar contra você sete vezes no dia, e sete vezes voltar a você e disser: "Estou arrependido", perdoe-lhe.

5

Os apóstolos disseram ao Senhor: "Aumenta a nossa fé!"

6

Ele respondeu: Se vocês tiverem fé do tamanho de uma semente de mostarda, poderão dizer a esta amoreira: "Arranque-se e plante-se no mar", e ela lhes obedecerá.

7

Qual de vocês que, tendo um servo que esteja arando ou cuidando das ovelhas, lhe dirá, quando ele chegar do campo: "Venha agora e sente-se para comer"?

8

Ao contrário, não dirá: "Prepare o meu jantar, apronte-se e sirva-me enquanto como e bebo; depois disso você pode comer e beber"?

9

Será que ele agradecerá ao servo por ter feito o que lhe foi ordenado?

10

Assim também vocês, quando tiverem feito tudo o que lhes for ordenado, devem dizer: "Somos servos inúteis; apenas cumprimos o nosso dever".

11

A caminho de Jerusalém, Jesus passou pela divisa entre Samaria e Galiléia.

12

Ao entrar num povoado, dez leprosos[71] dirigiram-se a ele. Ficaram a certa distância

13

e gritaram em alta voz: "Jesus, Mestre, tem piedade de nós!"

14

Ao vê-los, ele disse: "Vão mostrar-se aos sacerdotes". Enquanto eles iam, foram purificados.

15

Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz.

16

Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradeceu. Este era samaritano.

17

Jesus perguntou: Não foram purificados todos os dez? Onde estão os outros nove?

18

Não se achou nenhum que voltasse e desse louvor a Deus, a não ser este estrangeiro?

19

Então ele lhe disse: "Levante-se e vá; a sua fé o salvou[72]".